A má ciência tem grandes consequências em todas as áreas, principalmente na educação. Infelizmente, o aparato científico do regime governamental, que está cada vez mais fundido ao poder estatal, é dependente de verbas públicas e treinado (pela lógica da burocracia) para priorizar status, coordenação e controle narrativo em detrimento da busca aberta pela verdade.
Em 1 de maio, de forma bem discreta, o IPCC retirou formalmente os cenários de altíssima emissão — especificamente o RCP8.5 e seu sucessor, o SSP5-8.5 — da nova estrutura de modelagem, classificando-os como “implausíveis.”
As evidências psicológicas dos danos resultantes disso são agora substanciais. Isso porque esse cenário foi utilizado em salas de aula, principalmente no Brasil.
Uma pesquisa australiana independente com crianças de 10 a 14 anos revelou que 44% delas se preocupavam com o impacto futuro das mudanças climáticas e que uma em cada quatro crianças temia que o mundo acabasse antes de elas crescerem. Uma em cada quatro. São crianças do ensino fundamental carregando um medo existencial em suas mochilas.
Uma outra pesquisa, realizada no leste de Londres revelou que aproximadamente metade das crianças em idade escolar primária estavam preocupadas com o aquecimento global. Uma reportagem da CBS News de 2024 citou um professor de psicologia da Universidade de Suffolk que descreveu como crianças que sofrem de ansiedade climática frequentemente percebem que não têm futuro ou que a humanidade está simplesmente condenada. Os jovens estão cada vez mais relatando aos pesquisadores que acreditam que suas vidas serão piores do que as de seus pais; não por causa das condições econômicas, mas por causa do planeta que acreditam ter herdado.
Leia o artigo completo publicado pela Revista Oeste clicando aqui.
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