
Em uma imagem, uma das razões do nosso atraso. Na entrada do Escritório de Investimento do Governo da Guiana, há um quadro com três imagens interessantes. A primeira mostra o gráfico do crescimento dos setores da economia guianense, onde o PIB do país cresceu cerca de seis vezes mais do que o brasileiro. A segunda mostra o crescimento gigantesco da Guiana, chegando a 63% em 2022. Já a última mostra que a Guiana se tornou o maior produtor de petróleo per capita do mundo, superando o Kuwait. Hoje, esse pequeno país já produz mais petróleo do que a Venezuela.
O mais impressionante disso tudo é que a Guiana, sem uma Petrobras e sem todo esse gigantismo estatal que o Brasil tem, já descobriu, na Margem Equatorial, mais do que todo o petróleo que o Brasil já descobriu. É isso mesmo: depois de dez anos da primeira descoberta, a reserva guianesa já atingiu cerca de 17 bilhões de barris; o total brasileiro, com toda a propaganda da Petrobras como sendo uma empresa de interesse estratégico, é de 14 bilhões.
No setor energético, a verdade é que não temos tempo a perder; temos tempo para agir. Tempo para aproveitar e explorar a nossa Margem e, pelo menos, avaliar o potencial em águas brasileiras. Mas, até o momento, são tempos perdidos em interesses obscuros. Resultado: enquanto não exploramos a nossa Margem Equatorial, a Guiana já está ultrapassando a Venezuela nas exportações de petróleo.
Ao contrário dos médicos, os ativistas ambientais que ocupam o governo não terão o problema de enterrar os seus erros. Como este erro colossal de proibir a Petrobras de explorar um campo petrolífero na divisa com a Guiana. A exploração de petróleo na Guiana é um dos maiores e mais rápidos projetos petrolíferos do mundo! E uma explosão de prosperidade na região. Basta olhar para essa imagem.
Descubra mais sobre Fé & Trabalho
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.


